Proibiu a camisa da independência do Haiti. Aceitou que os EUA barrassem um árbitro da Somália. Aceitou que os EUA impedissem a entrada de um torcedor da RD Congo. Fez vista grossa ao veto imposto ao Irã em jogos disputados nos EUA. E, para completar a obra, anulou o cartão vermelho de um jogador da seleção americana. Mas, claro, política e futebol não se misturam. Vexame total. (SP)